Mundo mediado por tecnologia
O mercado educacional e profissional já exige letramento digital. Quem não tem acesso orientado fica para trás.
Programa socioeducativo · Belo Horizonte
Inclusão digital, inteligência artificial, cidadania midiática e projeto de vida para adolescentes da rede pública de Belo Horizonte — alinhado à PNED, à BNCC/Computação e ao ECA.
Adolescentes da rede pública enfrentam um risco concreto de uma nova forma de exclusão — a exclusão cognitivo-digital.
O mercado educacional e profissional já exige letramento digital. Quem não tem acesso orientado fica para trás.
A educação digital será obrigatória a partir de 2026 (PNED/BNCC). Mas muitos professores e redes ainda não têm repertório operacional.
O uso informal sem supervisão pode ampliar plágio, desinformação, dependência e manipulação entre adolescentes vulneráveis.
Sem intervenção, a desigualdade digital aprofunda a desigualdade social. O risco é sistêmico e crescente.
Cada trilha tem objetivo claro, conteúdos estruturados e um produto entregue pelo próprio estudante ao final.
Trilha 01
Consciência crítica sobre o impacto da tecnologia, futuro do trabalho, desigualdade digital, cidadania e segurança online.
O estudante entrega: Mapa pessoal: como a tecnologia já afeta minha vida
Trilha 02
Uso de IA como apoio ao estudo. Prompts, resumos, redação, plano de estudos, matemática. Limites e checagem de respostas.
O estudante entrega: Plano de estudo individual com apoio de IA
Trilha 03
Fake news, deepfakes, vieses, fontes confiáveis, propaganda, privacidade e reputação digital. Educação midiática aplicada.
O estudante entrega: Análise crítica de uma notícia, post ou vídeo
Trilha 04
Escrita, storytelling, design básico, currículo, portfólio, vídeos curtos e comunicação profissional com apoio de IA.
O estudante entrega: Apresentação pessoal, currículo e miniportfólio
Trilha 05
Identificação de problemas, pesquisa com usuários, ideação, prototipagem, validação, impacto social e pitch.
O estudante entrega: Projeto de solução para problema da escola ou do bairro
Trilha 06
Profissões que mudam com IA, habilidades humanas, ética, renda, carreira e continuidade dos estudos.
O estudante entrega: Plano de futuro em 12 meses
Do piloto controlado à escala municipal, com validação antes de cada expansão. Os números abaixo são metas de cada horizonte.
12 semanas
Validação do modelo em uma escola parceira, no contraturno.
6 meses
O programa inteiro, do diagnóstico à mostra de projetos.
12 meses
Múltiplas escolas e formação de quem multiplica o método.
Estudantes de 13 a 18 anos de escolas públicas de Belo Horizonte, preferencialmente em situação de vulnerabilidade social, no contraturno escolar.
Quatro dimensões de medição, para gerar evidência real e não apenas cumprimento formal do programa.
Direção institucional, parcerias e captação de recursos.
Operação, cronograma, logística e prestação de contas.
Metodologia, formação e avaliação continuada.
Obrigatório. Reduz risco institucional e protege os adolescentes.
Seja escola, empresa, universidade ou investidor social — há uma forma de fazer parte do VOS Futuro. Vamos conversar sobre como construir isso juntos.